segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Andava pela calçada distraída
As mãos no bolso
Cantarolando uma canção qualquer
Talvez uma de amor brega, ou uma dessas pops do momento
Provavelmente assoviaria, se soubesse...

Olhou pra cima e viu aquele céu azul sem nuvens perpassar teimoso por entre as folhas ensolaradas de uma árvore urbana.

Estava feliz.
Estava bem.

Ah, como foi bom sentir o infinito, mesmo que por pouco tempo.

2 comentários:

André disse...

assim que é bom te ver marina. escrevendo a sua identidade e feliz!
sabe que é por isso que eu te leio né? As vezes pego um pouco da alegria. Essa tua alegria quieta.

Ou inquieta.

E sobre o infinito, é bom saber que ele existe, mesmo que as vezes escondido!

bjos!

Jennifer disse...

Mais complexidade!
Cara vc eh demais pra minha cabecinha!hehe
"qd eu crescer qro ser q nem vc"hehe!
b-juuu
Adoro o q vc eh!