sábado, 29 de setembro de 2007

Não vale a pena

Ficou dificil
Tudo aquilo,nada disso
Sobrou o meu velho vicio de sonhar
Pular de precipicio em precipicio, ossos do oficio
Pagar para ver o invisivel e depois enxergar

Que é uma pena, mas voce nao vale a pena
Nao vale uma fisgada dessa dor
Nao cabe como rima de um poema, de tao pequeno
Mas vai e vem e me envenena e me condena ao rancor
De repente cai o nivel e eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado
O velho texto batido dos amantes mal amados
Dos amores mal vividos
E o terror de ser deixada

Vou tocando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida
E é para nao ter uma recaida que nao me deixo esquecer

Que é uma pena, mas voce nao vale a pena
Nao vale uma fisgada dessa dor
Nao cabe como rima de um poema de tao pequeno
Mas vai e vem e me envenena e me condena ao rancor
De repente cai o nivel e eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo repetindo como um disco riscado
O velho texto batido dos amantes mal amados
Dos amores mal vividos
E o terror de ser deixada

Vou tocando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida
E é para nao ter recaida que nao me deixo esquecer
Que é uma pena, mas voce nao vale a pena............

3 comentários:

Lucas Costa disse...

Oi Oi, que dia posso ter um pouco do seu tempo pra conversar? mande-me um e-mail.

Mateus Marques disse...

Belo, duído, mas belo...

Como saber se veleria a pena?
Tentando não é!? Só tentando.

Lucas Reis disse...
Este comentário foi removido pelo autor.